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Cineclubistas, Trabalhadores da Cultura, Defensores da Transparência Pública

A ASCINE-RJ (Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro) apóia integralmente as exigências expostas na “CARTA ABERTA DE SERGIPE – EXIGÊNCIAS AO MINC – CONTEMPLADOS EM EDITAL CINE MAIS CULTURA” e na “CARTA ABERTA DOS CINECLUBES DA BAHIA – UCCBA AO MINC” pelos movimentos cineclubistas organizados de Sergipe e Bahia.

Assim como eles, exigimos ao Ministério da Cultura um CRONOGRAMA de oficinas e entrega de equipamentos, A SER COMUNICADO PUBLICAMENTE ATÉ o dia 31 de Janeiro de 2012, sobre os editais lançados no ano de 2010 em Sergipe, Lauro de Freitas (BA), Canoas (RS), Paraíba, Maranhão, São Luís (MA), Piauí, Lauro de Freitas (BA), Nilópolis (RJ), Bento Gonçalves (RS), Parobé (RS), João Pessoa (PB), Taquara (RS), São Leopoldo (RS), Capão da Canoa (RS).

Lamentamos por nenhum edital de Cine Mais Cultura ter sido lançado em 2011 e queremos INFORMAÇÕES sobre quais editais do Cine Mais Cultura estão previstos para serem lançados em 2012.

Assim como eles, exigimos ESCLARECIMENTOS sobre o acordo entre MinC e MEC sobre o programa Mais Educação, ESCLARECIMENTOS sobre a falta de apoio aos seminários CINECLUBISMO, CINEMA E EDUCAÇÃO conforme prometido no início de 2011, e exigimos CONFIRMAÇÃO de que as oficinas para as 1.000 escolas serão realizadas pelo Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (via Cine Mais Cultura), conforme notícia  http://www.cultura.gov.br/site/2011/12/07/cultura-nas-escolas/ , ao invés do Cine Educação (este programa de cineclube nas escolas não é da SAv nem do movimento cineclubista organizado), conforme notícia http://www.cultura.gov.br/site/2011/12/14/mec-e-minc-assinam-acordo-de-cooperacao/.

Temos certeza que em breve gaúchos, maranhenses e piauienses também virão a público exigir seus direitos e que logo os demais estados devem entrar nesse coro assim como fez Pernambuco.

Tamojunto!

ASCINE-RJ (Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro)

ASCINE-RJ (Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro)

#DeadLine

 

Já passa do meio dia e ela nada , horas de meditação , leitura de coisas aleatórias  , o disco novo do Bonifrate e a ótima “cantiga da fumaça ”no MP qualquer coisa plyer  e nada , ela não vem , mas vem a fome , a dor no pescoço de tanto olhar para o teto , o amarelado no pano branco do travesseiro  resultado da baba que  caiu por lá entre uma piscadela e outra . Dois cigarros , um  baseado , duas cervejas  já que ta calor embora esteja chovendo lá fora , sabe como é , Rio de Janeiro , verão ,coisa e tal . Já passam das  três da tarde e nada , meu deadline é 18h  e ate agora nenhuma linha . Tem dias em que ter uma idéia por mais simples que possa ser é algo impossível, nem a fórceps como diria seu Josemar , porteiro do prédio da esquina , nem a fórceps  . 17h , foda-se . Camisa de botão , chinelo no pé e rua  já que ela não vai vir mesmo  vou eu  , preciso de vento fresco e cheiro de terra molhada , monóxido de carbono , buzina de carro   e pelada , futebol no aterro é sempre uma boa mesmo  para um perna de pau como eu  , mas hoje não , hoje ta foda  … Boteco , cerveja e amigos  ,se ela vier bom ,se não foda-se .Deixa  amanhã para amanhã .

 

 

Sandino

ESTRÉIA MUNDIAL dos Curtas metragem 1,2,3 SALVE TODOS e Pedalando por um Sonho feito pelos alunos do Cinemaneiro durante oficina nas comunidades de Parque Maré e Baixa do Sapateiro .

E muito +

Traga sua cadeira de praia e venha assistir com a GENTE!

A exibição será as 20h na praça do 18 – baixa do Sapateiro.

Serviço:

Data: 16.12.11

local: Praça do 18 – Baixa do Sapateir

 

 

Abaixo link com uma matéria que saiu a pouco na #Veja Rio  sobre cineclubes Fluminense .

 

http://vejario.abril.com.br/especial/cineclubes-do-rio-646734.shtml

#Lapa Mouth Chic

Entre segunda e sexta feira por volta das duas horas da manhã um letreiro em néon pulsa chamando a atenção de desavisados passantes, um letreiro que responde ao brilho do olhar de quem o olha, algo que desperta curiosidade e aguça o inconsciente dos que procuram alongar a noite e ignorar o nascer do dia.  Boca chique , sussurra a mulher  de ar provocante entre uma tragada e outra no cigarro,  encostada na pilastra  que forma uma espécie de portal para aquele lugar . Lá dentro uma espessa camada de fumaça pairava no ar, era um dos poucos bares que  desrespeitava a inconveniente lei  paulista  que se alastrou rapidamente por todo o pais , não é mais permitido fumar em lugares fechados .A iluminação dava ao local um tom púrpura , perfeito para o consumo incessante da noite  . Na entrada, uma parede de espelhos causava a estranha sensação de mudança para os que se olhavam enquanto adentravam no local . Lá dentro freqüentadores fieis cantavam no caraoquê , havia uma espécie de revezamento entre os que cantavam e dançavam , um pacto de convivência entre aqueles que   viviam o Mouth Chic   , dentre eles  estava Juvenal uma espécie de facilitador do local , parecia estar ali desde sempre , usava terno  e gravata  , fuma cigarro enquanto enchia copos com tequila  conversando com algumas moças que ficavam à-vontade no balcão .

Juvenal olha sempre em direção ao portal , entre um cigarro e uma tequila  olha para o lado e  sussurra : mais um , mais três   .Era a quantidade de não iniciados que adentravam o local  . Derrepente esboça um sorriso e sussurra para Manuela, uma bela loira de vermelho que estava ao seu lado: Pronto lá vem um grupo, sorrisos silenciosos.

Em pares os novatos entram e se surpreendem com a atmosfera do local, caraoquê e cerveja, esse é o foco, mas ali não é assim, existem regras e assumir o microfone não é algo tão simples. Madona, uma das atendentes é quem domina a noite, canta de um tudo, é uma espécie de diva do local e propõe aos novatos uma espécie de competição aceita por Augusta que logo é rebatizada por Madona com um nome a lá Mouth Chic  : Karine , e é assim que ela é chama por todos os presentes no local . Enquanto “Carine” e Madona iniciam um duelo pela madrugada os outros se entrosam , bebem  e se divertem no local  sempre assessorados por Juvenal  , o facilitador local . O caraoquê está a mil, Madona acabara de cantar um clássico de Alcione e Karine contra atacava com Fagner. Nervos a flor da pela travestidos de alegria contrastavam com a súbta necessidade de ir embora de quatro membros do grupo de nove, ao perceber que o grupo de novatos havia diminuído Juvenal olha para o grupo de homens sentados em uma mesa próxima a porta, os mesmos indicam com o olhar  Karine , Pedro , Augusto e Paula . Karine cantava e Pedro ao seu lado acompanhava, Augusto e Paula beijavam-se no fundo do salão, aos poucos alguns dos freqüentadores do bar desaparecem, o ar fica mais denso, Augusto e Paula continuavam trocando caricias alheios a tudo , Karine e Pedro também  .  Madona sorri para Juvenal que a oferece uma tequila, a fumaça no local não permite mais ver a porta.

Juvenal sussurra:

“Mais quatro”

Madona sorri, acende um cigarro, pega o microfone e começa a Cantar “Eu Sou a Loba”, musica de Alcione.

 

Belo passo foi dado na sexta, 28/10 aqui no Rio durante a Seda .

Sede do STIC, como sempre bem recebidos pelo seu presidente Chacra, iniciamos uma mesa redonda rica e extensa.

Ainda bem.

Primeiro sinal de que a coisa desembocaria num final aglutinador, convergente.

Um final que é na verdade o início.

Parlamentares presentes – Molon (dep. federal), Paulo Messina (vereador, presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Vereadores, acompanhado do seu assessor Edu), Robson Leite (dep. estadual, presidente da Comissão de Cultura da ALERJ e da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e Democratização da Comunicação e da Cultura com Participação Popular, acompanhado pela assessora Patrícia) – representantes dos mandatos da dep federal Jandira (Luisa) e do vereador Reimont (Suelyemma), gerente e coordenadores do CTAv/SAv (Liana Corrêa, Rosângela Sodré e Renato Costa), o presidente da Riofilme, Sérgio Sá Leitão e a coordenadora do NPD RJ (vinculado à Secretaria de Ciência e Tecnologia de Niterói) Raquel Dias.

Da sociedade civil, Movimento EcoSol, PCult, ASCINE-RJ, ABDeC-RJ, Pontos de Cultura, Circuito Fora do Eixo.

De certeza, temos que nos unir e este pacto foi feito.

De certeza, temos que descobrir, a partir das naturezas das atividades e dos locais de onde cada ator falou, quais as nossas convergências.

Tratemos delas em primeiro lugar e depois vamos lapidando, entortando, driblando as divergências, de forma que os avanços aconteçam passo a passo.

O primeiro passo deve ser um grande Fórum Audiovisual RJ.

Todos concordaram com isso.

Depois, linhas de ação definidas, a criação de uma agenda comum de trabalho é o desdobramento.

Todos juntos.

Abaixo, o texto coletivo lido na abertura da rodada e os atores pensados aos quais devem se somar aqueles que pensarmos daqui pra frente.

Crescer o bolo é preciso, mais orçamentos são necessários, mais comprometimento com a Cultura é imprescindível.

A Cultura é a Mãe.

 

ARTICULANDO O PÓS-MERCADO INDUSTRIAL SUSTENTÁVEL

A revolução digital está em curso e o sertão já virou mar.

As mudanças estruturais, de ordem econômica e social ocorridas no mundo nas últimas décadas descortinaram uma série de modelos alternativos ao tradicional de relação capitalista/fordista de trabalho, tão intensos quanto democráticos, inclusive no sentido de conviverem com o modelo tradicional.

A exemplo do setor da música – que vive as transformações não só tecnológicas, mas sociais há mais tempo – o audiovisual vive o seu momento de aparecimento de novos paradigmas.

Logo os cineclubes e demais atividades de exibição alternativas ao convencional mercado exibidor estarão em maior número e mais capilarizados e enraizados por todo o país (no Rio de Janeiro, numa conta rápida, sabemos que são mais de 300 cineclubes contra 270 salas comerciais, que podem trabalhar num esquema de complementaridade saudável).

As distribuidoras independentes brasileiras surgem a olhos vistos e algumas atuam numa faixa de pós-mercado industrial em formação, dando circulação a toda diversidade de filmes produzida e trazendo à luz um publico até então invisível e ainda invisível oficialmente.

Equipamentos considerados caseiros, cada vez de mais alta qualidade, permitem que mais e mais pessoas tornem-se realizadores e que as equipes se constituam de formas e tamanhos dos mais diversos.

As janelas de exibição se multiplicam, para além das salas de cinema e TV.

Há uma série de agentes, antes entendidos como não-econômicos, que nos últimos tempos vêm se firmando como protagonistas da construção deste pós-mercado industrial.

Para o incremento, a sustentabilidade, a perenidade destes modelos (ou seja, impulsionar e implementar novos e inovadores modelos de desenvolvimento), é preciso entender e incentivar características como:

1. Cooperação: existência de interesses e objetivos comuns, a união dos esforços e capacidades, a partilha dos resultados e a responsabilidade solidária;

2. Autogestão: promover entre os diversos atores práticas participativas de autogestão nos processos de trabalho, nas definições estratégicas e cotidianas dos empreendimentos, na direção e coordenação das ações nos seus diversos graus e interesses;

3. Dimensão Econômica: é uma das bases de motivação da agregação de esforços e recursos pessoais e de outras organizações para produção, beneficiamento, crédito, comercialização e consumo;

4. Solidariedade: a justa distribuição dos resultados alcançados; as oportunidades que levam ao desenvolvimento de capacidades e da melhoria das condições de vida dos participantes; o compromisso com um meio ambiente saudável; as relações que se estabelecem com a comunidade local; a participação ativa nos processos de desenvolvimento sustentável de base territorial, regional e nacional; as relações com os outros movimentos sociais e populares de caráter emancipatório; a preocupação com o bem estar dos trabalhadores e consumidores; e o respeito aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Da mesma forma, há uma diversidade de medidas que colaboram diretamente para o fortalecimento e plena atividade destes protagonistas:

1. Articular cadeias produtivas, ampliando a produção, distribuição e consumo dos produtos por meio de arranjos criativos locais;

2. Formação, assistência e assessoria adequadas ao desenvolvimento através de programas e projetos governamentais;

3. Criar e manter um Sistema de Informações e Interatividade, ampliando e atualizando periodicamente suas informações, promovendo um ambiente de sinergia entre os participantes;

4. Valorizar a dimensão acadêmica da extensão universitária como ferramenta relevante para o fortalecimento e consolidação dos empreendimentos.

Os protagonistas do pós-mercado industrial sustentável pesquisados e pensados até o momento são:

Secretaria Municipal de Educação da Capital / MultiRio:

Secretarias Municipais de Educação:

Secretaria de Estado de Educação:

Lan Houses e Telecentros Comunitários:

Secretarias Municipais e Estadual de Ciência e Tecnologia:

Riofilme:

SEC RJ:

Secretarias e Departamentos de Cultura municipais:

NPD RJ:

Universidades e Institutos Federais(Forcine / Socine / Forproex):

. UFRJ

. UFF

. UERJ

. Cefets

Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro (ASCINE-RJ):

Mostras e Festivais Fluminenses em articulação com o Fórum Nacional dos Organizadores de Eventos Audiovisuais Brasileiros (Fórum dos Festivais)

Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas do Rio de Janeiro (ABD-RJ):

Comissão Audiovisual do Fórum Estadual de Pontos de Cultura:

STIC:

Associação das Distribuidoras Brasileiras (ADIBRA):

Emissoras de Televisão:

Abepec, ABPITV, ABTU, ASTRAL, ABCcom

Movimento Social Partido da Cultura:

Circuito Fora do Eixo:

Movimento Economia Solidária:

Sistema S:

Firjan:

Comissões Parlamentares Estadual e Municipal (na capital de Educação e Cultura):

Frentes Parlamentares Estadual e Municipal (capital):

Centro Técnico Audiovisual:

Associação Amigos do CTAv:

Representação Regional do MinC:

Riofilm Comission:

ABRACI:

 

Cases a serem estudados e estadualizados ou alvo de propostas de parceria:

Olhar Brasil/SAv:

No RJ, o Núcleo de Produção Digital tem potencial para se tornar espaço de convergência do pensamento e da produção audiovisual do estado. Aqui, a parceria é com a Secretaria de Ciência e Tecnologia de Niterói, mas o NPD deve estar à disposição de todo o estado, incluindo a capital e tem a ABD como integrante do seu comitê gestor.

Programadora Brasil/SAv:

O principal catálogo de filmes brasileiros de todos os tempos (em qualidade e quantidade) não deixa faltar conteúdo para as telas do Brasil. De acordo com a orientação da SAv e seu planejamento, pode ter seu trabalho potencializado, de forma que expanda seu foco para além do circuito não-comercial. A Riofilme poderia se espelhar na Programadora ou até mesmo ser parceira da PB, montando programas de curtas do RJ para serem disponibilizados e se responsabilizando pela distribuição para outras janelas que a PB não ataca (celulares, internet, salas comerciais, locadoras). Outra proposta é que a Riofilme se uma às distribuidoras independentes do RJ, potencializando a distribuição dos seus catálogos e criando uma gestão colaborativa que permita otimização de recursos e maior alcance.

Cine Mais Cultura/SAv:

100 cineclubes implantados no estado do RJ, em contato com os 20 outros cineclubes não contemplado e, via ASCINE, em contato com as 200 escolas da capital com cineclubes implantados (320 cineclubes mapeados de um universo certamente maior).

Cinema Perto de Você/ANCINE: Participação na construção do Cinema Perto de Você e ajustes necessários (inclusive garantindo espaço razoável para a produção nacional, inclusive curtas e docs)e a partir da In 63, construção de meios que fomentem a atividade cineclubista e a produção de curtas e docs, pensando no pós-mercado industrial.

 

Frederico Cardoso

 

 

Quarenta Graus

Vá Berenice viver quarenta anos em um dia . Corra porque as nuvens se aproximam e depois da tempestade não sobrará nada  alem de você e água . Aproveite Arthur com a mesma intensidade que a chuva que se anuncia, não haverá mais amanhã para a maioria use este fato como argumento para combater essa doença platônica. Se entregue a Arthur por um dia com a intensidade de 40 anos de desejos reprimidos…

Sandino

 

 

COMISSÃO DE CULTURA DEFENDE POLÍTICA DE INCENTIVO AOS CINECLUBES

Link: http://www.alerj.rj.gov.br/common/noticia_corpo.asp?num=40567

 

A saída para o gargalo cinematográfico existente no Estado do Rio é o reconhecimento dos cineclubes e a construção de novas salas de cinema. O tema foi debatido, nesta quarta-feira (05/10), pelo presidente da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Robson Leite (PT), durante audiência pública no Palácio Tiradentes. “A expansão da sétima arte não depende apenas da criação de novas salas para o circuito comercial. O Rio conta também com muitos cineclubes, sem fins lucrativos, que possuem um grande público. Cerca de 4 mil pessoas já frequentam estes espaços em todo o estado. Espaços esses que, se possuíssem incentivos, poderiam ser uma alternativa para um maior acesso da população ao cinema”, lembrou o parlamentar.

Ouça na Rádio Alerj

Leite garantiu que a comissão realizará uma nova audiência para discutir, especificamente, a situação destes cineclubes e de seus produtores. Para o presidente do colegiado, o efetivo desenvolvimento do audiovisual fluminense não está apenas no aumento das produções, mas também na diminuição dos preços de ingressos, na melhoria do sistema de transportes para um maior acesso às salas de exibição e em mais circulação de informação sobre filmes e cinemas. “Os incentivos devem estar equilibrados em todos os setores do processo, proporcionando a inclusão daqueles que ainda não tem acesso às salas de cinema”, completou.

Segundo a superintendente de audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura, Julia Levy, a Secretaria realiza, há três anos, o Prêmio Adicional de Renda (PAR-RJ) e o Prêmio de Estímulo à Exibição do Cinema (Peec-RJ), que condecoram os cinemas que expõem mais obras brasileiras independentes em sua programação. Para o diretor do Cine Santa, cinema ganhador destes prêmios, Adil Tiscatti, os incentivos recebidos através dos prêmios “garantiram a sobrevivência” do único cinema do bairro de Santa Teresa.

“Com o dinheiro recebido, pude comprar melhores equipamentos para minha sala, o que resultou em uma maior atração de público. Hoje, o Cine Santa possui cerca de dez mil moradores em uma rede de cadastrados, que garante a sustentabilidade da sala, uma grande vitória graças aos fomentos do Estado”, afirmou Tiscatti.

O produtor executivo do Ponto Cine de Guadalupe, Adailton Medeiros, contou que o primeiro cinema deste bairro da zona Norte foi um dos pioneiros a receber verbas através de prêmios. “O Ponto Cine já exibiu 235 produções nacionais, sempre cobrando o preço de ingresso mais barato do Brasil: R$ 4, e mais de 100 mil pessoas já assistiram a um longa-metragem em uma de suas 73 poltronas. O reconhecimento público se reflete nos sucessivos Prêmios Adicionais de Renda que já ganhamos”, ressaltou.

Presente ao encontro, o diretor-presidente da Rio Filmes, Sérgio Sá Leitão, mostrou que

o parque exibidor de filmes no Brasil só inclui 400 de seus cerca de cinco mil municípios e é menor do que o de países da América Latina, como a Argentina e o México. A Rio Filmes, empresa da Prefeitura do Rio que é vinculada à Secretaria Municipal de Cultura, atua nas áreas de distribuição, estímulo à formação de público e fomento à produção audiovisual. Segundo Sá Leitão, a prefeitura pretende estimular também a expansão do mercado exibidor, que hoje se tornou uma das grandes barreiras no acesso ao cinema.

“O Brasil tem 2.500 salas de cinema centralizadas em 900 pontos, principalmente nas cidades do Rio e de São Paulo. Hoje, a expansão do parque exibidor de filmes está diretamente ligada à expansão dos shopping centers, já que os grandes complexos de salas estão concentradas neles. Nossa intenção é promover não só o desenvolvimento da indústria audiovisual, mas também a inclusão social”, acrescentou. Sá Leitão afirmou, ainda, que o Governo federal investe, por ano, cerca de R$ 200 milhões na área cinematográfica, sendo 80% destinados ao setor de produção.

(texto de Cynthia Obiler)

 

Após nosso primeiro encontro de rearticulação dos cineclubes fluminenses  realizado no dia 10 de setembro no Campos Avançado em Niterói    realizaremos no dia 1º de Outubro segundo encontro itinerante em Nova Iguaçu , Espaço Cultural Silvio Monteiro (rua Getúlio Vargas, 51 – Centro,Nova Iguaçu – RJ,próximo à estação de Trem Nova Iguaçu).  Atual Casa do Cineclube Buraco do Getulio .

Em Niterói  foi de comum acordo entre todos os cineclubes presente  que nesse momento precisamos trabalhar de forma coletiva  de fato , fazendo com que nossas ações nos potencialize  tornando a associação de cineclubes do Rio  de Janeiro um coletivo de cineclubes  que trabalhe de forma horizontal e pouco burocrática . Abaixo segue a ata da ultima reunião  , é fundamental que os cineclubes filiados compareçam e os não filiados se sintam a vontade para chegar junto e contribuir com novas idéias  pois estamos em um momento de mudanças e é fundamental que todos façam uso de sua voz  nesse  momento e que a partir dele essa se torne uma pratica comum a todos .

Abaixo  ata da ultima reunião , espero encontrá-los em Nova Iguaçu     na casa do Buraco do Getulio a partir das 11h da manhã , sábado dia 1º de Outubro  de 2011 (Getúlio Vargas, 51 – Centro,Nova Iguaçu – RJ,próximo à estação de Trem Nova Iguaçu)

 

 

Organização dos GTs

Comunicação:

Coletar, sistematizar e divulgar dados e informações quanto às sessões dos cineclubes associados.

  1. Lista de contatos telefônicos e e-mail de cada cineclube.
  2. Boletim Ata da reunião
  3. Criar e-mail de comunicação
  4. Contatos (cine a cine)
  5. Reformular blog
  6. Informe Ascine (boletim ASCINE)
  7. Campanhas de mobilização (cadastros, mostras, encontros locais ou estaduais)
  8. Mapeamento dos cineclubes no googlemaps
  9. Retomar agendamento para envio das sessões do mês seguinte e exigência da contabilidade de publico.
  10. Enviar release para mídia.

(Cada GT deve enviar ata de suas reuniões para a comunicação como forma de viabilizar esse boletim de integração dos associados.)

Monique Franco moniquemfranco@hotmail.com Cinema Paraíso
Daniela Araujo danyela.araujo@gmail.com Cinema Paraíso – Nós na Fita
Josinaldo Medeiros josinaldomedeiros@gmail.com Mate com angu
Julia juliasrdias@hotmail.com ,juliasrdias@gmail.com Cinerama
Dyego diegobamorim@hotmail.com Cinerama
Andre Sandino   Beco do Rato
Rodrigo Bouillet   Cine Artes UERJ/Cine Gostoso
Articulação Política institucional:

 

Executivo

- Poderes Municipais, Estadual e Federal

- Órgãos, Vinculadas, Estatais, ANCINE, CTAv, Universidades Públicas, Fundações Governamentais, Museus, Equipamentos Públicos de Cultura, Autarquias, …

 

Legislativo

- Políticas Públicas

- Recursos (de mandatos ou emendas)

SOCIAL (embora existam áreas de interseção, diferenciamos por termos noção que há especificidades em cada fatia)

Coletivos de Audiovisual

Terceiro Setor

Movimentos Sociais

Iniciativa Privada

 

Fred    
Davy Alexandrisk   Cine Olho
André Sandino   Beco do Rato
Antônio Oscar    
Bianca   Fora do eixo

 

Projetos:

Suporte de editais para os cineclubes. Formulação e assessoria.

- calcular custo de mídia espontânea (GT comunicação)

- estabelecer remuneração com os festivais. Com o acervo.

- Valoração das ações de cineclubes e frentes.

- Receber contribuições dos filiados e doações (executivo)

- secretaria reuniões e assembleias gerais. executivo

- responder pelo expediente de correspondência (executivo)

- organizar registros dos cineclubes e sessões (executivo)

- elaborar relatórios periódicos.  (executivo)

- receber e guardar valores, zelar pelo patrimônio

- elaborar relatório das contas e balanço

- estabelecer contatos para realização de projetos com outros

Criar projetos de capacitação para os cineclubes.

 

Lilian   Cidade do Samba
Yuri   Cine Gostoso
Leonardo   Subúrbio
Rodrigo Bouillet    
Acervo:

Reorganização do atual acervo de filmes e documentos da ASCINE-RJ,  bem como pensar em estratégias de promoção do acesso ao mesmo. Planejar parcerias para alimentar o acervo da associação.

Organização e execução dos Circuitos Cineclubista. Atuando junto à festivais, mostras, produtoras e realizadores do setor audiovisual.

Organização e execução do Cinelcube ASCINE-RJ, cineclube que irá representar a associação sendo realizado na sede da mesma.

Leandro Barbosa   Cine Olho
Yuri   Cine Gostoso
Samuel   Cinerama
LeandroBarbosa   Cinerama
Executivo:

 

Receber contribuições dos filiados e doações;

Secretariar as reuniões e assembléias;

Responder pelo expediente e correspondência da Ascine-RJ;

Organizar o registro de filiação dos cineclubes;

Escriturar os livros da Ascine-RJ, exercer sua guarda bem como dos demais documentos administrativos;

Elaborar semestralmente Relatório de Atividades realizadas pela Ascine-RJ;

Receber e guardar valores e zelar pelo patrimônio da Ascine-RJ, bem como todos os seus documentos contábeis;

Elaborar mensalmente o relatório das contas e balancete demonstrativo das receitas e despesas da Ascine-RJ, para apreciação do Conselho Fiscal e da Assembléia Geral;

Estabelecer contatos com entidades e pessoas, públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, para a realização de projetos conjuntos de natureza cultural.

 

 

Frente de Projetos:

 

 

Organizar e disponibilizar para os cineclubes, iniciativas equivalentes e cineclubes membros uma Assessoria de Projetos, visando auxiliá-los na elaboração, formatação e realização de produções, realizações e eventos de caráter cineclubista e audiovisual, assim como na captação de recursos e patrocínios para a consecução dos mesmos;

 

Pesquisa de demanda e características. (rede ,mídia, raiz)

 

Valoração das ações de cineclubes e frentes

 

Calculo de mídia espontânea – com comunicação.

 

Relação com festivais – com acervo

Reprodução dos DVDs de festivais – com acervo

Remuneração de festivais – com acervo

 

 

 

Bion    
Leonardo oliveira    
Sandino    
     

 

Sobre a reunião, estiveram presentes:

 

1- Cineclube ASCINE-RJ: Yuri Chamusca

2- Cineclube Subúrbio em Transe: Leonardo Oliveira (também integrante do CC Beco do Rato)

3- Cineclube Cidade do Samba: Lilian Rabello

4- Cineclube CineOlho / Campus Avançado: Leandro Baptista, Davy Alexandrinsky

5- Clube de Cinema / Fora do Eixo: Bianca Freire

6- Cineclube Beco do Rato: André Sandino, Frederico Cardoso (sessão Berço do Rato), Leonardo Oliveira

7- Cine Artes UERJ: Rodrigo Bouillet

8- Cineclube Nós na Fita: Daniela Araujo (também integrante do Cineclube Cinema Paraíso)

9- Cinerama / UFRJ: Leandro Rodrigues, Samuel Lobo, Diego Blanco Amorim, Julia Santos Rodrigues Dias

10- Mate com Angu: Josinaldo Medeiros

11- Cineclube Professor AssuraMaya: Mabel Caldas

12- Cineclube Cinema Paraíso: Monique Franco, Daniela Araujo

 

E Rafael Biondi, Darcy Ribeiro e Luiza Bittencourt, Ponte Plural (sem cineclube, participaram da reunião)

 

 

 

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